Patologia vascular da órbita: como e quando tratar

Autores: 

Mara Ferreira, Nuno Amaral, Bernardo Feijóo, Ana Souza e Silva, João Cabral, F. Esperancinha

Resumo: 
     Introdução: Sendo a patologia vascular da órbita muito variada, também a atitude que devemos tomar é muito diversa, dependendo de cada caso em particular: tipo de doença em causa, idade de apare­cimento, tempo de evolução, repercussão na função visual, etc. Assim, por vezes optamos por tomar uma atitude espectante (Wait and see), outras vezes temos que tomar atitudes mais agressivas, para evitar danos graves.
     Algumas vezes, pensamos em agir, mas não temos os meios necessários ou a capacidade para o fazer. E quando é feito o que pensamos ser mais indicado, às vezes os resultados não são os que gostaríamos de ter.
     Material e métodos: São apresentados vários casos de patologia vascular da órbita, desde os hemangiomas capilares da criança, hemangiomas caver­nosos do adulto, malformações arteriais e artério-venosas, até aos linfangiomas.
     Conclusões: Cada caso de patologia vascular da órbita é um caso particular: não se podem aplicar normas de procedimento geral. Feliz­mente, muitos casos regridem espontaneamente, outros não têm grande repercussão funcional, mas infelizmente, quase iodos têm manifestações estéticas.

 

Apresentado: 
no XLVII Congresso Português de Oftalmologia, em Viseu, Dezembro de 2004